Em uma linguagem clara e acessível, de modo que pode ser lido tanto por aqueles que já são profissionais do Direito, como também por Mestrandos e Doutorandos em Direito, além de iniciantes nos diversos cursos de Direito Brasil afora, o livro se inicia com um breve relato das discussões hermenêuticas, mostrando como o pensamento de Hans-Georg Gadamer foi fundamental para a construção da ideia de que a linguagem é constituidora do mundo e não uma terceira coisa que se interpõe entre o sujeito e o objeto. Sem a compreensão adequada do movimento hermenêutico, seria impossível compreender corretamente o pensamento dos autores aqui apresentados e discutidos: Ronald Dworkin, Robert Alexy, Jürgen Habermas, Klaus Günther e Robert Brandom. Dividimos o livro em partes e não capítulos, porque o leitor poderá lê-lo de modo independente. Assim, para quem está interessado no pensamento de Ronald Dworkin, por exemplo, já pode ir direto às partes II e III do presente livro. Ou, por outro lado, se a curiosidade está voltada para o pensamento de Robert Brandom, um autor infelizmente pouco conhecido no Brasil, já pode ir direto para a última parte da obra. É uma obra preocupada com o estado da arte da aplicação do Direito no Brasil, marcado pela irracionalidade, subjetivismo e arbitrariedade na tomada de decisões, de modo que princípios fundamentais da nossa democracia constitucional são corriqueiramente violados, tais como: segurança jurídica, Estado de Direito, democracia e fundamentação das decisões.


Confira outras publicações